domingo, 30 de abril de 2017

Robótica na escola ...

BRAZILIAN SYMPOSIUM ON COMPUTERS IN EDUCATION (SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO - SBIE).

Uma experiência prática da inserção da robótica e seus beneficios como ferramenta educativa em escolas públicas

Rosaine Fiorio, Rauany J. Esperandim, Flávio A. Silva, Paulo J. Varela, Maici Duarte Leite, Francisco Antonio Fernandes Reinaldo

Resumo


A Robótica Educativa surgiu como proposta didática com o intuito de explorar conceitos presentes no currículo escolar, com o objetivo de tornar a aprendizagem mais atrativa. As atividades foram desenvolvidas em escolas participantes do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID) Sendo assim, tanto aluno como professor podem se beneficiar das atividades lúdicas através da robótica. Esta prática se apresenta interessante, pois insere no espaço escolar o eixo de aplicação das Tecnologias da Informação e da Comunicação. Como resultado do estudo discute-se a importância da utilização de tecnologias dentro de sala.

Texto completo:

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Aulas pouco motivadas em laboratórios computacionais comumente refletem professores sem treinamento tecnológico, má utilização de recursos midiáticos, laboratórios pouco utilizados e frustração com o uso de recursos trivais como quadro e giz. A realidade se apresenta em escolas públicas municipais e estaduais principalmente localizadas em comunidades carentes (Dotta, Barboza, Góis, Giordan, 2010). A correta identificação e aplicação de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) em sala de aula tem permitido uma nova releitura no processo de ensino-aprendizagem, motivando os alunos ao despertar escolar (Braga, Dotta, Pimentel, 2013).

Nas escolas onde foram desenvolvidas as atividades de iniciação à docência, são encontrados laboratórios equipados que são subutilizados ou nem mesmo utilizado, um exemplo disso são os laboratórios de química e de informática. Nos de quimica apesar de ter todo equipamento disponível, os professores são despreparados para desenvolver atividades práticas. Nos de informática acontece o oposto: falta profissional educador. A inserção de qualquer meio de tecnologia, que auxilie no processo de ensinoaprendizagem existem dois grandes interessados: alunos e professores. 

 Isso poderá fazer toda diferença na vida profissional do aluno, visto que as tecnologias podem auxiliar no desenvolvimento de muitos aspectos, tais como: do raciocínio lógico e crítico. Miranda, Sampaio e Borges (2010) citam as vantagens da aquisição de kits de robótica educacional, os quais são: (i) hardware e software construído direcionado a atender propósitos educacionais específicos; (ii) flexibilidade na forma de utilização em diferentes aplicações; (iii) existência de documentação técnica e manual do usuário dos produtos incluindo, em alguns casos, material pedagógico de apoio às atividades do professor em sala de aula; e (iv) maior facilidade para aquisição e operação por usuários não familiarizados/especializados com as tecnologias de eletrônica ou informática.


DOI: http://dx.doi.org/10.5753/cbie.sbie.2014.1223

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Ensino de Matemática através da Robótica.

Resultado de imagem para A Matemática e a RobóticaSOCIEDADE BRASILEIRA DE MATEMÁTICA 

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL.

RAFAEL NINK DE CARVALHO ENSINO DE MATEMÁTICA ATRAVÉS DA ROBÓTICA: MOVIMENTO DO BRAÇO MECÂNICO

Trabalho de Conclusão apresentado ao Mestrado Profissional em Matemática Rede Nacional – PROFMAT no Polo da Universidade Federal de Rondônia – UNIR, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Matemática Profissional. Orientador: Prof. Dr. Tomás Daniel Menéndez Rodríguez

“os gregos desenvolveram o cálculo de área por que tinham de fazer as medições das terras do Nilo; os fenícios desenvolveram conceitos aritméticos de contabilidade porque eram comerciantes” (MEYER et al, 2011, p. 25). Porém, na ação pedagógica, as relações entre prática e teoria não são estreitadas, conforme afirma D’Ambrosio: “Do ponto de vista de motivação contextualizada, a matemática que se ensina hoje nas escolas é morta. Poderia ser tratada como fato histórico” (D’ AMBROSIO, 2012, p. 29). Fruto da ausência da contextualização, o aprendizado de conceitos matemáticos não são consolidados; o que distancia da aplicabilidade tornando a matemática uma disciplina isolada, conforme afirma Meyer et al: “A maioria das pessoas não consegue relacionar a Matemática nem com as outras ciências e muito menos com situações de seus cotidianos, porque foi criado um universo à parte, ou seja, para elas, a Matemática não está presente em outros contextos” (MEYER et al, 2011, p.

Resultado de imagem para A Matemática e a RobóticaO Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e a avalição do Programme for International Student Assesment (PISA) apontam melhoras no desempenho matemático, porém, longe da situação ideal. Para tratar de educação matemática, é necessário discutir o ensino. O presente trabalho aborda as metodologias de ensino da matemática baseadas na contextualização, resolução de problemas e modelagem matemática. Busca apresentar como ferramenta de suporte à prática do docente o uso das tecnologias educacionais, em especial, a robótica. No decurso do texto, expõe a proposta de uma situação de ensino-aprendizagem baseada na modelagem matemática a partir de um braço mecânico, utilizando o software GeoGebra para a construção e um modelo interativo. Em seguida, sugerem-se atividades que exploram diversos conceitos matemáticos numa prática contextualizada. Por fim, as considerações finais que desafiam a uma continuidade futura da pesquisa. 

A ROBÓTICA E A MATEMÁTICA 

De acordo com D’Ambrosio, “praticamente tudo o que se nota na realidade dá oportunidade de ser tratado criticamente como instrumental matemático” (D’ AMBROSIO, 2012, p. 89). 

Resultado de imagem para A Matemática e a RobóticaSugere-se como situação de aprendizagem focada para o ensino de conceitos como álgebra, trigonometria e geometria, o movimento articulado de um “braçorobô”. 

Os conceitos supracitados geralmente são apresentados nos livros didáticos de forma teórica e estanques aos demais conteúdos ou a algum contexto aplicável. Porém, estes conteúdos não surgirão de forma hierárquica, mas, interligados; o que pode, de início, provocar receio ao professor, pois como afirma D’Ambrosio: 

Particularmente em matemática, parece que há uma fixação na ideia de haver necessidade de um conhecimento hierarquizado, em que cada degrau é galgado numa certa fase da vida, com atenção exclusiva durante horas de aula, como um canal de televisão que se sintoniza para as disciplinas e se desliga acabada a aula. Como se fossem duas realidades disjuntas, a da aula e a de fora da aula 

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(D’ AMBROSIO, 2012, p. 76). Cabe ao professor intermediar e orientar o percurso de forma a atingir determinados conteúdos previstos. Seja propondo problemas ou a partir de problemas propostos pelos alunos. O importante é destacar a possibilidade de trafegar entre diferentes conteúdos. Tal percurso pode se apresentar na forma de espiral; o movimento de vai e vem entre os conceitos poderá ser necessário. Figura 2: Espiral de conteúdos 19 Seguindo roteiro de modelagem apresentado por Meyer, pode-se organizar a atividade proposta conforme figura 3: 

Figura 3: Esquema do processo de modelagem Tais passos são sugestões e cabe ao professor e aos alunos elaborarem o roteiro condizente com o tempo e os problemas propostos.
 a) Problema real: Movimento do braço mecânico; 
b) Hipóteses de simplificação: Diferente de uma situação hipotética, a prática envolve múltiplas variáveis. Em algumas situações, a eliminação de variáveis facilita a compreensão e a aproximação com os conhecimentos prévios dos alunos. Como exemplo, a eliminação do atrito (situação ideal) nas articulações do braço; 

c) Problema matemático: Como o objetivo é abordar conceitos matemáticos a partir de uma problemática, a experiência supracitada permite a modelagem do movimento a partir de elementos da Geometria analítica; 

d) Resolução (aproximada) do problema matemático: 

A partir das ferramentas matemáticas, construir o modelo no GeoGebra, utilizando os conceitos da geometria e álgebra; 

e) Validação matemática da solução: Feita a modelagem, e de posse da representação matemática, validar o modelo (Validação matemática da 20 solução);

 f) Validação social da solução: A retomada ao braço e o confronto do modelo com o experimento real permitirão uma análise crítica do resultado (Validação no experimento); 

g) Processos decisórios: Finalizando a atividade, poder-se-á propor questões como: Qual a trajetória mais eficiente para determinado deslocamento? Já que em situações o movimento linear na pinça demandará mais esforço se comparado a um movimento circular. 3.1 Modelagem utilizando o software GeoGebra Uma das alternativas para desenvolver um modelo ideal seria o uso de softwares de modelagem gráfica. Porém, o uso de softwares específicos exigiria conhecimentos técnicos que, na maioria das situações, estariam distantes da realidade dos alunos. Para a construção do modelo ideal, utilizar-se-á, neste trabalho, o software GeoGebra. Na sequência, serão descritos os procedimentos, bem como os conhecimentos matemáticos envolvidos, organizados em duas seções: primeiramente, as apreensões iniciais com as considerações e noções elementares e prévias, antes da modelagem e descrevendo a característica do software; em seguida, apresentação dos processos da modelagem, bem como as ferramentas utilizadas do GeoGebra.

 O ENSINO DA MATEMÁTICA 

Resultado de imagem para A Matemática e a RobóticaA priori, ao discutir o ensino da matemática faz-se necessário compreender o que é a Matemática e qual o seu objeto de estudo; esta é definida como ciência pautada por métodos dedutivos para estudar objetos abstratos (número e espaço) e as relações existentes entre eles. D’Ambrosio afirma que a Matemática é “uma estratégia desenvolvida pela espécie humana, ao longo de sua história, para explicar, entender e manejar o imaginário e a realidade sensível e perceptível, bem como conviver com eles, evidentemente dentro de um contexto natural e cultural”. (D’ AMBROSIO, 2012, p. 8). 

Para Saiani, a Educação Matemática é definida como o estudo das relações e processos de ensino e aprendizagem de Matemática, criando uma interface entre a Matemática, a Pedagogia e a Psicologia. Em consequência, surgem diversas correntes filosóficas e metodológicas para o ensino deste componente curricular. Dentre estas, destacam-se os comportamentalista, gestaltista, estruturalistas, construtivistas, baseados em metodologias como: contextualização, resolução de problemas, modelagem, etnomatemática, entre outros. (SAIANI, 2000). 
Antes de definir qualquer metodologia, é importante ressaltar como surge o conhecimento matemático. Para Schwengber e Pfaffenseller, ele “é fruto de um processo de que fazem parte a imaginação, os contraexemplos, as conjecturas, as críticas, os erros e os acertos” (SCHWENGBER & PFAFFENSELLER, 2011, p. 786). 

Neste viés destacam-se as metodologias de resolução de problemas e a modelagem matemática como instrumentos de prática de ensino-aprendizagem que primam pela experimentação de justificativas lógicas, análise e críticas ao resultado. 

O envolvimento dos alunos com problemas reais e abertos favorece o desenvolvimento dessas representações (mental e simbólica) e a busca da formulação matemática das situações-problema, bem como as possíveis representações e soluções para o problema. É nesse processo cognitivo que há uma interligação entre essas duas representações, conduzindo o aluno ao alcance da abstração, cujo processo ocorre por generalização ou síntese (MENDES, 2009, p 74- 75).

http://www.profmat.unir.br/menus_arquivos/1819_rafael_nink_de_carvalho.pdf
Edição da Matéria : Grupo Comunique Sustentável: Samantha Lêdo
A ETC Brasil, é gestora e distribuidora de programas de educação, treinamento e certificação acadêmica e profissional dos principais desenvolvedores de softwares e tecnologias mundiais, como Microsoft, Autodesk e Adobe, e representa a plataforma Certiport em toda a América Latina através do grupo ETC Iberoamérica, do qual faz parte.

Imagens: Colégio Marista acima e abaixo, gaylussac.com.br

quinta-feira, 27 de abril de 2017

A ETC Agente VEX na America Latina

ETC Brasil, é gestora e distribuidora de programas de educação, treinamento e certificação acadêmica e profissional dos principais desenvolvedores de softwares e tecnologias mundiais, comoMicrosoft, Autodesk e Adobe, e representa a plataforma Certiport em toda a América Latina através do grupo ETC Iberoamérica, do qual faz parte.

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