sexta-feira, 30 de junho de 2017

Confira os conteúdos VEX Robótica para escolas

Vex na sua escola

Alcance potencial através de divertidos e motivadores experiências

VEX na escolaDivisão de Educação VEX é dedicado a proporcionar diversão e motivar os estudantes que alcançam o grande potencial de cada experiência. De acordo com especialistas, não existiu na história uma necessidade maior, como existe hoje cientistas, engenheiros e líderes na resolução de problemas. Em muitas áreas, tem havido crescimento e evolução que tem gerado essas soluções de tecnologia de alta demanda. Os avanços na química, medicina e física são alguns exemplos. E a realidade é que não há alunos suficientes para escolher forma tecnológica para atender a essa demanda.

VEX EDR se concentra em STEM através de experiências divertidas


Para lidar com isso, várias propostas e programas para integrar ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM sua sigla em Inglês), como forma de estimular, envolver e desenvolver os alunos da geração seguinte. VEX Educação existe para ajudar as escolas a se concentrar em STEM um conveniente, acessível e acessível através de uma forma dinâmica e divertida experiências educacionais.

Competições: o ingrediente perfeito

Como se faz? Misturando emoção e motivação que pode ser encontrado em uma competição e também oferecendo aplicações de matemática e ciências que vemos no mundo real. Tudo isso, tratando-a com o processo de design de engenharia permite atender às necessidades educacionais e sociais atuais em muitos níveis. Assim, com os alunos VEX Educação desenvolver conhecimentos e habilidades para a vida para ter sucesso no século XXI.

fonte:
https://www.ro-botica.com/tienda/SW-y-Material-Didactico

Tecnologias Digitais: Facebook lança recurso de encontrar redes Wi-Fi em...

Tecnologias Digitais: Facebook lança recurso de encontrar redes Wi-Fi em...: O Facebook anunciou nesta sexta-feira, 30, que está liberando o recurso “Find Wi-Fi”, ou “Encontrar Redes Wi-Fi”, globalmente tanto para s...

sábado, 24 de junho de 2017

Todos os passos para desenvolver um projeto de robótica na escola

Postado por Nova Escola:
Um robô que recolhe lixo do lago. Esse foi o resultado apresentado pelos alunos de 5º ao 7º ano do Colégio Cruzeiro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, depois que os professores de informática educacional, Vicente Willians, Adriana Pinna Rodrigues e Juliana Figueiredo, propuseram um desafio para eles: utilizar a robótica para resolver um problema ligado ao meio ambiente.
No relato abaixo, os docentes contam qual a importância do projeto e como ele foi desenvolvido pela garotada. Acompanhe:
“Somos três professores no Núcleo de Tecnologia Educacional (NUTE) do colégio, todos especialistas em Educação com Aplicação da Informática pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). O NUTE é responsável por desenvolver ações relacionadas ao uso dos recursos digitais no ambiente educacional, por meio de aulas regulares para as turmas do Ensino Fundamental, projetos extracurriculares, oficinas, formação continuada para os professores, curso de informática na Educação de Jovens e Adultos e robótica educacional, que acontece no contraturno.
Trabalhar com robótica na escola é uma possibilidade de utilizar conceitos de várias disciplinas como Física e Matemática e estimular o raciocínio lógico, a resolução de problemas e a autoria dos alunos. Por meio de propostas educacionais dessa natureza, os estudantes são inseridos em um ambiente de aprendizagem diferente que busca promover reflexões sobre questões científicas.
Para o projeto de robótica, planejamos dez aulas para que os estudantes montassem e programassem o robô e produzissem a maquete. Antes, no entanto, eles precisavam identificar um problema relacionado à preservação do meio ambiente da região. Depois de algumas discussões, eles chegaram à conclusão que montariam um robô que fosse capaz de fazer uma varredura na lagoa e retirasse da sua superfície o lixo jogado.
Assim surgiu o projeto EcoRobô. A garotada precisou, para isso, pensar em uma programação que limitasse o deslocamento ao espaço definido na maquete e, ao mesmo tempo, se movimentasse por toda sua extensão, permitindo que os detritos fossem encontrados e despejados para fora.
Tudo foi desenvolvido nas aulas realizadas no contraturno, duas vezes por semana, com base em um kit de robótica que temos na escola, que usa a linguagem de programação Rogics e permite o uso de diversos materiais na montagem dos projetos – madeira, tinta guache, pincel, garrafas plásticas, caixa de remédio, copos plásticos e papel glacê foram alguns dos que entraram nessa atividade.
Com a maquete pronta e o robô montado e programado começamos os testes de funcionamento e pudemos fazer os reparos e melhorias necessárias.
O resultado do trabalho pode ser visto aqui:
Foi muito gratificante ver o envolvimento dos grupos e o quanto eles aprenderam sobre a temática estudada. Percebemos, de forma prática, a riqueza que os recursos digitais podem oferecer para o trabalho pedagógico e como eles favorecem os processos de aprendizagem.
Ao montar o EcoRobô os próprios alunos chegaram à conclusão de que a tecnologia deve e pode ser usada para colaborar com o meio ambiente e que eles devem fazer a sua parte ajudando os demais colegas a também desenvolverem consciência ambiental.
Vicente, Adriana e Juliana”
https://novaescola.org.br/conteudo/489/tecnologia-na-educacao-passos-projeto-robotica

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Os kits da plataforma VEX: Saiba mais...

Características Gerais

Os kits da plataforma VEX, muito conhecida pelo evento que organiza (VRC – VEX Robotics Competition), oferecem uma grande variedade de produtos e tecnologias, que podem se adaptar para alunos desde o Ensino Fundamental I até o Ensino Superior. Para os mais novos, oferece uma plataforma de fácil acesso, com programação simplificada por uma interface gráfica e plataforma segura para montagem, enquanto que, para os mais experientes, oferece produtos ideais para aplicações robustas, com robôs que podem se adaptar a situações de stress mecânico e a movimentos complexos através das diversas combinações de estruturas que os kits VEX oferecem.

Possibilita o enfoque do curso tanto em mecânica, construção e montagem, quanto em programação, já que oferece a opção de robôs controlados remotamente, bem como possibilita programações mais avançadas, com a combinação de diversos sensores para a definição dos movimentos do robô.

Possibilidades

Os kits da plataforma VEX podem ser integrados a uma gama de aplicações em sala de aula, possibilitando currículos que, ao longo dos anos escolares, oferecem temas cada vez mais ricos aos alunos, construindo um aprendizado dinâmico, consistente e interessante, cujas aplicações são vistas na prática. São alguns dos temas com os quais alunos de tais cursos têm contato:
  • Visão e intuição mecânica
  • Projeto e construção de sistemas complexos
  • Programação e algoritmos
  • Uso de sensores e abordagens computacionais sobre o comportamento de sistemas robóticos
  • Gerenciamento de projetos
  • Segurança no trabalho
  • Conceitos de Matemática e Física
Assim, percebe-se as amplas possibilidades que a utilização das plataformas VEX em cursos de Robótica oferece. Abaixo, são descritos os principais pontos de cada uma dessas plataformas para que se verifique qual é a mais adequada a cada tipo de aplicação.
No Brasil, a Comphaus Educacional emprega a plataforma VEX em projetos de robôs exploradores autônomos: Hipérion, robô baseado na plataforma VEX em 2011, construído por Renato Ferreira Pinto Junior e Wallace Souza, tornou-se o primeiro robô brasileiro a conquistar o primeiro lugar na RoboCup na modalidade Rescue A Secondary. O robô pode ser visto em funcionamento no seguinte vídeo:

Fonte:http://comphaus.com.br/home/?page_id=506



Samantha Lêdo: Grupo Comunique Sustentável: Estudantes utilizam aplicativo de celular para aux...

Samantha Lêdo: Grupo Comunique Sustentável: Estudantes utilizam aplicativo de celular para aux...: Tecnologia Alunos de 16 escolas públicas em Belém (PA) avaliaram qualidade da alimentação escolar. Registros apontam situações como falta...

domingo, 18 de junho de 2017

O QUE É ROBÓTICA EDUCACIONAL?


 O QUE É ROBÓTICA EDUCACIONAL?

Robótica educacional ou robótica pedagógica são termos utilizados para caracterizar ambientes de aprendizagem que reúnem materiais de sucata ou kits de montagem compostos por peças diversas, motores e sensores controláveis por computador e softwares que permitam programar de alguma forma o funcionamento dos modelos montados. Aumentando o interesse e a criatividade dos alunos e integrando diversas disciplinas, a robótica educacional, ou robótica pedagógica, tem despertado a atenção de professores e alunos. Nesse tipo de atividade, o aluno vivencia na prática através da construção de maquetes e robôs controlados por computador, conceitos estudados em sala de aula.
Trata-se de uma atividade lúdica e desafiadora, que une aprendizado e prática. Além disso, valoriza o trabalho em grupo, a cooperaçao, planejamento, pesquisa, tomada de decisões, definição de ações, promove o diálogo e o respeito a diferentes opniões. A robótica pedagógica envolve um processo de motivação, colaboração, construção e reconstrução. A Robótica Pedagógica utiliza-se dos conceitos de diversas disciplinas para a construção de modelos, levando os alunos a uma rica vivência interdisciplinar.
OBJETIVOS GERAIS PARA O TRABALHO COM ROBÓTICA EDUCACIONAL
Favorecer a interdisciplinaridade, promovendo a integração de conceitos de diversas áreas, tais como: linguagem, matemática, física, eletricidade, eletrônica, mecânica, arquitetura, ciências, história, geografia, artes, etc., (trabalhar de forma prática conceitos trabalhados em sala de aula nas diversas disciplinas). Desenvolver aspectos ligados ao planejamento e organização de projetos. Motivar o estudo e análise de máquinas e mecânismos existentes no cotidiano do aluno de modo a reproduzir o seu funcionamento. Estimular a criatividade tanto na concepção das maquetes, como no aproveitamento de materiais reciclados. Desenvolver o raciocínio e a lógica na construção de maquetes e de programas para controle de mecanismos.
 Prof. Isaias Santos





Fonte:http://www.roboticanaescola.com.br/

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Campus Party em Brasilia: A maior experiencia tecnológica do mundo...


Imagens SEBRAE:
A primeira edição brasiliense da Campus Party, maior evento de tecnologia e inovação do mundo, começa nesta quarta-feira (14/6) e segue até o domingo com mais de 250 horas de programação previstas. São esperados cerca de 50 mil visitantes nos cinco dias de evento. A cerimônia de abertura oficial começa às 20h, mas o espaço do Centro de Convenções Ulysses Guimarães está tomado desde a manhã pelos campuseiros acampados no local. 

Os ingressos para a área restrita do megaevento se esgotaram ainda em maio, mas quem não conseguiu comprar os tíquetes ainda pode ter acesso a dezenas de atrações na área gratuita, aberta ao público a partir da quinta-feira (15/6). A etapa Brasília do Campeonato Brasileiro de Drones, uma competição de robôs e palestras com youtubers estão entre os destaques da área open (veja programação abaixo). 

Para o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, a Campus Party vai fortalecer o ambiente local de inovação e tecnologia e deixar um legado para a cidade. "Este evento tem a cara de Brasília, uma cidade inovadora, empreendedora. Queremos buscar soluções por meio da tecnologia e da criatividade para que tenhamos melhores serviços públicos para a população", destacou o governador durante uma visita guiada aos estandes da Campus Party, na manhã desta quarta-feira. 
A Campus Party, evento que reúne aficionados por cultura geek, internet e tecnologia, abre suas portas em Brasília nesta quarta-feira, (14/6), no Centro de Convenções Ulysses Gumarães. Em um espaço de 54 mil metros quadrados, cerca de quatro mil campuseiros de todo o Brasil vão participar de palestras e workshops com especialistas em tecnologia.


Mas, mesmo quem não conseguiu o ingresso para o megaevento, pode visitar a Campus Party e conhecer as atrações gratuitas. Uma competição de robôs, simuladores de realidade virtual e palestras com webcelebridades estão entre as atividades da área aberta. A Open Campus funcionará nos dias 15 e 16 de junho, das 10hs às 21hs, e no dia 17, das 10h às 18h. Confira cinco coisas imperdíveis da Campus Party Brasília:
1 - Etapa Brasília do Campeonato Brasileiro de Drones

Uma das etapas do Campeonato Brasileiro de Drones vai acontecer durante a Campus Party com a presença de pilotos profissionais. Além disso, nos horários que não estiver ocorrendo o campeonato, queles que já têm alguma noção de pilotagem de drones poderão testar suas habilidades. As atividades incluem ainda um workshop de montagem de um minidrone, na quinta-feira, (15/6), às 15h30, e uma palestra sobre o cenário dos drones no Brasil, com a participação de pilotos e representantes do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), na sexta-feira, (16/6), às 15h.

2 - Hockey Party Robôs





É uma espécie de “hóckey-futebol” de robôs. A disputa entre robôs em um torneio de hóquei terá oito times com três jogadores cada um. As competições acontecerão ao longo dos quatro dias de evento.
3 - Simuladores

Aqui, o objetivo é proporcionar ao público uma experiência cada vez mais próximas da realidade, a Campus oferece como atração gratuita a área de simuladores que contará com vários modelos, incluindo alguns com realidade virtual. Entre os destaques, estão simuladores de helicóptero, carro de corrida (cockpits), asa delta, carrinho de rolimã e drones.

4 - Campus Future

Mostra de projetos acadêmicos desenvolvidos nas salas de aula por alunos de graduação, recém-formados e em centro de pesquisas de todo o Brasil. De forma interativa, os visitantes poderão se divertir com as “engenhocas” e experimentar os protótipos criados pelos estudantes. No dia 17, das 10 às 18 horas. Entre os projetos expostos está o carro de corrida AF-16, um protótipo monoposto de Fórmula SAE e que foi construído pela equipe Apuama Racing, da Universidade de Brasília.

5 - Startup e Makers


Essa área foi feita, especialmente, para empreendedores. Além de poder conhecer 40 startups que desenvolvem soluções tecnológicas que poderão ser usadas em breve no nosso dia a dia, o público também vai poder acompanhar palestras sobre empreendedorismo em um palco temático nos dias 15 e 16, das 10h às 21h.

Serviço
Campus Party Brasília
De 14 a 18 de junho de 2017
Tema: Países Inteligentes
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília-DF
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2017/06/14/interna_cidadesdf,602478/campus-party-brasilia-comeca-hoje-com-mais-de-250-horas-de-atividades.shtml

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Robótica entra de vez no universo dos alunos


Competição nacional reúne 90 escolas do país e é termômetro para estudantes da rede pública.
Mariana Fabrício
marianafabricio.pe@dabr.com.br
Quando começou a estudar robótica, a aluna Maryllia Willyanne da Silva, 15 anos, não imaginava que ganharia experiências que vão poder ajudá-la na sua futura profissão. Desde 2014 participa de competições e agora  a Olimpíada Brasileira de Robótica. O evento, que acontece no Rio Mar Shopping, bairro do Pina, tem quatro equipes da rede municipal de ensino do Recife, além da campeã da olimpíada do ano passado, a Escola Municipal Rodolfo Aureliano.

Buscando o bicampeonato, os alunos se preparam para três dias de disputas com 90 escolas do Brasil. A olimpíada para Maryllia, esta é mais uma oportunidade de trocar experiências. “O que nós aprendemos aqui vai servir de lição para nossas vidas, como convívio, respeito em equipe e ética”, afirmou. “No colégio, nós somos vistos como exemplo para quem deseja aprender robótica e espero que a gente conquiste mais uma vez essa vitória para servir de incentivo aos colegas”, ressaltou. Além de ganhar a OBR em 2015, o grupo ficou em oitavo lugar no campeonato mundial  o RoboCup.

Ao todo 18 alunos se dividem no nível 1, com as escolas municipais da Iputinga, de Tejipió, e Paulo VI (Linha do Tiro), na categoria Ensino Fundamental e nível 2, com o time da Unidade de Tecnologia na Educação Gregório Bezerra (Utec). Segundo o professor de matemática e coordenador do Programa Robótica na Escola, Cid Espíndola, os alunos estão motivados para aprender mais, independentemente do resultado. “A competição é apenas mais um dos elementos que eles estão acostumados a desafiar. Durante todo ano eles simulam a olimpíada disputando entre as equipes para saber o que precisa ser modificado. Eles são a prova de que a ciência pode melhorar diversos fatores que vão muito além da sala de aula”, apontou.

As escolas se classificaram após a pontuação conquistada na olimpíada estadual, que ocorreu em agosto durante a Campus Party Recife. Pernambuco é o estado com mais equipes, já que as quatro escolas do ensino fundamental tiveram as melhores pontuações. A Unidade de Tecnologia conquistou o terceiro lugar no nível 2 e a Escola Municipal Rodolfo Aureliano foi a campeã da OBR em 2015. “Esta é a prova de que os alunos não são mais passivos. Eles são capazes de construir o conhecimento. A robótica representa esse novo olhar para a educação. Com uma nova metodologia, eles não aprendem só matemática, mas inglês, já que se familiarizam com a linguagem de programação. Sem dúvida envolve um esforço multidisciplicar”, afirmou a coordenadora do setor de robótica da Secretaria Executiva de Tecnologias da Prefeitura do Recife, Suely Bezerra da Silva.

Estudando eletrônica no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Ryan Vinícius dos Santos, 15 anos, está disputando pela Utec como ex-aluno e hoje ajuda quem está começando. “Eu me identifiquei com a área desde que comecei a estudar e pretendo ser um engenheiro mecatrônico. Repassar o que eu aprendi é muito gratificante porque quem chega quer se espelhar em nós, que já conquistamos uma medalha para nosso estado”, comemora

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Intensivo em Robótica em Porto Alegre

Intensivo em Robótica em Porto Alegre

O Intensivo em Robótica Alfamídia é um curso para adolescentes de 11 a 16 anos voltado para o ensino de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM - Science, Technology, Engineering and Mathematics) através da construção de Robôs.


Ao longo de duas semanas, times de 4 pessoas irão trabalhar a construção e manipulação de um robô, utilizando um kit vexrobotics (www.vexrobotics.com), ao mesmo tempo que desenvolvem habilidades de trabalho em equipe, representação 2D de objetos 3D e conceitos básicos de engenharia.

Robótica para Educadores

Você, como educador, está preparado para as novas tecnologias? Seus alunos estão adquirindo as habilidades e competências que serão indispensáveis no mundo que encontrarão quando formados?
A Alfamídia se juntou com a ColMaker, representante oficial da Vex Robotics no Brasil, para trazer ao Rio Grande do Sul o que há de mais avançado no uso de robótica como instrumento de ensino.
A plataforma de construção de robôs da Vex Robotics foi desenvolvida com o foco no ensino de STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) para jovens e adultos. Com o kit Vex Robotics, é possível trabalhar na prática conceitos de física, engenharia, programação, além de desenvolver as chamadas 'soft-skills', como liderança e capacidade de trabalhar em grupo.
Este curso, voltado para educadores, trabalha justamente no uso da robótica no ensino.
Fontes:http://www.alfamidia.com.br/robotica-para-escolas/
Representação Comercial Baixada Fluminense e Grande Rio
Para maiores informações:
www.comuniquesustentavel.com.br
21 2753-8061

domingo, 11 de junho de 2017

A robótica educacional no ensino fundamental: perspectivas e prática

A robótica educacional no ensino
fundamental: perspectivas e prática
Autor:Zilli, Silvana do Rocio
ResumoA educação é um campo fértil para o uso da tecnologia, tendo em vista a gama de possibilidades que apresenta, tornando a aprendizagem mais dinâmica e motivadora. Dentre os recursos tecnológicos utilizados na educação, destaca-se a Robótica Educacional, que possibilita ao estudante desenvolver habilidades e competências como trabalho de pesquisa, a capacidade crítica, o senso de saber contornar as dificuldades na resolução de problemas e o desenvolvimento do raciocínio lógico. Assim, o presente trabalho tem como objetivo geral analisar o uso da Robótica Educacional como recurso pedagógico, apontando as diversas formas como essa tecnologia é utilizada nas escolas particulares e públicas de Curitiba, avaliando as perspectivas em relação ao processo cognitivo. Destaca, ainda, a importância do uso da tecnologia na educação, apresentando as visões de alguns autores consagrados da atualidade, como Gardner, Perrenoud, Papert e Piaget. Conceitua a Robótica Educacional e descreve os diferentes kits educacionais existentes para essa prática. Apresenta também os resultados obtidos em uma pesquisa realizada nas escolas de Ensino Fundamental de 5ª a 8ª séries de Curitiba(Pr) que utilizam a Robótica Educacional como recurso. A partir destes resultados, é feita uma proposta de implantação da tecnologia em questão nas escolas, dando ênfase na metodologia de aplicação desta proposta de ensino.
Descrição:Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.
URI:http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/86930
Data:2004

sábado, 10 de junho de 2017

Robótica nas Escolas agora conta com uma rádio especialmente para você!


A Web Rádio Robótica nas Escolas foi criada para informar sobre o mundo da robótica principalmente no universo educativo, o Grupo Comunique Sustentável, através de uma parceria comercial com a ETC BRASIL representante latino americana da  VEX IQ chegou com essa tecnologia que  já pode ser acessada por todas  as escolas da baixada fluminense, grande rio, zona norte,  zona oeste.
A tecnologia também pode ser utilizada por empresas e secretarias  de educação que queiram doar kits para escolas municipais e estaduais em cumprimento de agenda para a Responsabilidade Socioambiental e a inclusão digital e tecnológica.

Algumas prefeituras de algumas cidades já estão chegando na frente e apoiam essa forma múltipla de inclusão na linguagem do futuro com diversos projetos e torneios.


Quando se fala em robótica normalmente se pensa que é algo complexo, confuso e que poucos podem exercer.
Cada vez mais escolas da rede pública e privada do Brasil estão descobrindo que a utilização da robótica pode ser simples e muito interessante para alunos de todas as idades.
Os alunos aprendem conceitos básicos de mecânica, eletrônica para poderem desenvolver os projetos relacionados  a robótica. Além de ter a possibilidade de aprender mais sobre outras matérias curriculares, normalmente consideradas mais complexas, como matemática e física.
O método de fazer com que os alunos montem robôs e outros projetos que se movimentam, dá a eles a sensação de importância e o empenho em fazer de maneira correta e funcionar é muito maior, dando como consequência o aprendizado de conceitos importantes que só são aplicados com sucesso se o aluno souber exatamente o que está fazendo.
As crianças podem começar a aprender robótica a partir da primeira série do fundamental e através de projetos mais simples, conseguem assimilando o conteúdo, que ao decorrer dos cursos de robótica serão fundamentais para o aprendizado de conteúdos  que são evoluídos a cada nova série de aulas de robótica que os alunos atingem.
Ao longo do curso, os alunos aprendem a trabalhar com engrenagens, com motores, aprendem eletrônica e finalmente a programar!  E além de aprender coisas concretas,  os alunos tendem a desenvolver: Trabalho em equipe, o raciocínio lógico, resolução de problemas e outros valores que é possível aprender, com um kit de robótica adequado que as escolas possam oferecer a seus alunos, que estimule aos alunos resolverem desafios concretos e que exijam o Maximo dos grupos. 


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Aulas de robótica transformam reforço em apoio à criatividade

Resultado de imagem para Robótica nas escolas cascavelNo contraturno escolar, alunos de 9 a 11 anos de uma escola pública de Cascavel, município paranaense de 316,2 mil habitantes, aprendem programação e montagem nas aulas de robótica. A proposta da Escola Municipal Aloys João Mann é relacionar o conteúdo ao aprendizado em sala de aula.
As aulas de reforço vão além da revisão do conteúdo visto em sala. Nelas, os alunos aprendem robótica como complemento ao ensino de ciências, matemática e até de português. Isso é possível e tem agradado aos estudantes, entre eles, Kauã Holzbach, 10 anos de idade. Depois das aulas, ele costumava ir para casa e ficar frente para a televisão. Há mais de um ano, Kauã integra o projeto de robótica educacional da escola. Ele considera as aulas desafiantes e tem aprendido a programar, montar e desenvolver robôs. “Por exemplo, eu quero que um carrinho ande na sombra, mas no sol fique parado”, explica. “Achei que era mais fácil, que era só escrever: faça isso, mas com a robótica descobri que é mais difícil, que há comandos.”
Curioso, o estudante diz que a profissão do pai, eletricista, já chamava sua atenção e despertava interesse pela área da tecnologia. “Eu sempre quis conhecer, sempre quis saber as coisas do futuro, saber como seria melhor, moderno.”
A experiência com robótica começou há quase dois anos na escola. Atualmente, conta com a participação de mais de 60 alunos. Gabrielli Dressel, também de 10 anos, diz gostar de programar e montar, quando está inspirada. Ela cita exemplos do que tem aprendido sobre matemática, aplicada na prática, graças às aulas no laboratório de robótica. “Eu já fiz um robô — um carro já também um robozinho”, afirma. “E também uma cancela, tipo um pedágio. Daí, programava quantos graus ela ia para cima ou para baixo, quando ela abria, se o sinal estava vermelho ou verde.”
O projeto funciona em sala equipada com computadores, projetor multimídia, conjuntos para robótica educacional e impressora 3D. Com recursos federais do programa Mais Educação, o município investiu no material para o laboratório de robótica.
Prática — De acordo com o professor Thiago Sodré, instrutor de robótica educacional, as aulas no laboratório aplicam na prática o conteúdo passado em sala de aula. “O conteúdo de ciências, como produção de energia, seja eólica, hidráulica, a vapor, tem um ponto em comum: uma turbina movida por algum fluido que vai converter esse movimento cinético em energia”, diz. “Então, podemos, com peças de robótica, simular um moinho de vento, acionar o motor, movimentar a roda e, depois, usar essa energia produzida em algum item, seja iluminação e funcionamento de um pilão, algo do gênero, conforme o direcionamento de cada aula.”
Ainda segundo Thiago, os resultados na aprendizagem das crianças são visíveis. “Com a robótica, eles passaram a se dedicar mais à leitura, à compreensão da matemática”, afirma. “Foi significante a melhora porque o aluno, para programar qualquer construção robótica, tem de ler e escrever bem. Então, ele se esforça na leitura e na escrita dos códigos, a começar pelo básico — português e matemática —, e já começa a melhorar.”
Em Cascavel, três escolas da rede municipal já oferecem aulas do projeto de robótica educacional. O pedagogo Jocemar do Nascimento coordena a iniciativa no município. “Com a robótica, é possível perceber que os alunos querem construir coisas e ver aquilo que fazem no papel e na teoria ganhando vida no computador ou no meio físico”, diz. “Então, eles têm aprendizado melhor, faltam menos às aulas.”
Para o professor, nas aulas de robótica os alunos estudam com mais empenho. “São espaços de experimentação muito bons e ambientes nos quais os alunos têm se desenvolvido bastante.” Ele espera que cada vez mais escolas possibilitem aos alunos a alfabetização digital, considerada essencial para as novas gerações. “A alfabetização digital, da qual tem se falado muito pouco, tem de começar cedo. A faixa etária ideal para começar a trabalhar esses conceitos básicos de tecnologia com as crianças é a da alfabetização, entre os 8 e os 11 anos”, afirma.
O projeto de robótica educacional de Cascavel capacita professores e instrutores, pois a prefeitura pretende ampliar a iniciativa e levá-la a outras escolas da rede de ensino.
Saiba mais sobre o programa Mais Educação do MEC

Assessoria de Comunicação Social

terça-feira, 6 de junho de 2017

Confira o Pacote VEX

















Agende uma consulta gratuita no
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Robótica nas escolas – o caminho do futuro

Quando se fala em robótica normalmente se pensa que é algo complexo, confuso e que poucos podem exercer.
Cada vez mais escolas da rede pública e privada do Brasil estão descobrindo que a utilização da robótica pode ser simples e muito interessante para alunos de todas as idades.
Os alunos aprendem conceitos básicos de mecânica, eletrônica para poderem desenvolver os projetos relacionados  a robótica. Além de ter a possibilidade de aprender mais sobre outras matérias curriculares, normalmente consideradas mais complexas, como matemática e física.
O método de fazer com que os alunos montem robôs e outros projetos que se movimentam, dá a eles a sensação de importância e o empenho em fazer de maneira correta e funcionar é muito maior, dando como consequência o aprendizado de conceitos importantes que só são aplicados com sucesso se o aluno souber exatamente o que está fazendo.
As crianças podem começar a aprender robótica a partir da primeira série do fundamental e através de projetos mais simples, conseguem assimilando o conteúdo, que ao decorrer dos cursos de robótica serão fundamentais para o aprendizado de conteúdos  que são evoluídos a cada nova série de aulas de robótica que os alunos atingem.
Ao longo do curso, os alunos aprendem a trabalhar com engrenagens, com motores, aprendem eletrônica e finalmente a programar!  E além de aprender coisas concretas,  os alunos tendem a desenvolver: Trabalho em equipe, o raciocínio lógico, resolução de problemas e outros valores que é possível aprender, com um kit de robótica adequado que as escolas possam oferecer a seus alunos, que estimule aos alunos resolverem desafios concretos e que exijam o Maximo dos grupos. 
Os alunos além de aprender, se divertem muito! E ao final de um projeto, é possível vê-los orgulhosos de seus trabalhos.
Conheça os pacotes VEX
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Fonte:  Microsoft.com

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Como um enxame de abelhas, um bando de aves e um cardume de peixes inspiraram a robótica

A observação da natureza pode ser um caminho interessante para a descoberta de novas frentes de pesquisa na ciência.

Com certeza você já deve ter visto em algum lugar um enxame de abelhas, um cardume de peixes ou então um bando de aves voando pelo céu. O que você nem imagina é que os movimentos perfeitamente sincronizados desses animais serviram de inspiração para o estudo de Sistemas Autônomos Cooperativos, campo da robótica que propõe o desenvolvimento de robôs que atuem em rede para executar uma tarefa.
A ideia de desenvolver robôs que trabalhem de forma coletiva, assim como muitos seres vivos fazem, surgiu a partir do conceito de Swarm, conhecido como robótica de enxame. Até a década de 80, a utilização da robótica estava limitada a operações de máquinas dentro das indústrias. Porém, conforme a capacidade de processamento de dados dos computadores foi evoluindo, novas vertentes da robótica começaram a se estruturar, entre elas a cooperativa.
Um exemplo real de onde os estudos dessa área podem ser aplicados é no mapeamento de uma grande zona rural. Imagine que dezenas ou centenas de drones sejam capazes de se comunicar e desempenhar essa função em conjunto. Com esse “trabalho em equipe”, teríamos um resultado muito mais rápido, eficaz e detalhado do que se utilizarmos apenas uma aeronave para o trabalho.
Segurança e meio ambiente são outros cenários em que pode-se desenvolver pesquisas utilizando a cooperação entre robôs. A importância das áreas e a carência de investimentos nesses setores foram algumas das razões que motivaram a criação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Sistemas Autônomos Cooperativos (InSAC), sediado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP).
Por meio de uma rede de cientistas vindos de universidades, institutos e empresas nacionais e internacionais, serão desenvolvidos estudos que pretendem, por exemplo, contribuir com a preservação da floresta Amazônica, o aumento de produtividade das plantações, a segurança na mobilidade urbana, a extração de petróleo na camada do pré-sal, melhorias no cultivo agrícola, entre outros. Para alcançar esses objetivos, o InSAC atua na pesquisa de cinco grandes áreas: robótica aérea, robótica terrestre, robótica subaquática, teoria de controle de sistemas e inovação.
“O maior desafio em pesquisar dentro desse campo é garantir a confiabilidade dos sistemas. Por isso, devemos torná-los capazes de enfrentar as situações mais imprevisíveis”, explica Marco Henrique Terra, professor da EESC e coordenador do Instituto. A equipe do InSAC conta com 38 pesquisadores que trabalham nos mais diversos campos da robótica. “Essa integração é bastante saudável para otimizar os recursos em pesquisas que estão cada vez mais escassos”, completa Terra.
Segundo o especialista, no país a área de Sistemas Autônomos Cooperativos ainda tem muito a evoluir cientificamente quando comparada ao patamar em que ela se encontra nos Estados Unidos, Japão, China e países da Europa. Apesar da crise econômica que o Brasil atravessa, Terra acredita que as autoridades já estão cientes de que investimentos em ciência e tecnologia são fundamentais para um desenvolvimento sustentável.

Unidos pela pesquisa – Além da USP, representada por cientistas da EESC, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) e do Centro de Robótica de São Carlos (CRob), estão envolvidos no InSAC pesquisadores de cinco universidades federais: a de Minas Gerais (UFMG), a de São Carlos (UFSCar), a do Amazonas (UFAM), a do Rio de Janeiro (UFRJ) e a do Ceará (UFC). O InSAC conta também com a participação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e de dois institutos: o Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM). Participam, ainda, da iniciativa o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) e as empresas Flight Technologies (FT) e Omega AeroSystems Ltda.
FONTE:
http://www2.eesc.usp.br/insac/como-um-enxame-de-abelhas-um-bando-de-aves-e-um-cardume-de-peixes-inspiraram-a-robotica/#more-603

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