terça-feira, 30 de maio de 2017

Manaus:Rede municipal estimula uso da linguagem, programação e robótica em escolas

Resultado de imagem para Robótica nas escolasUma iniciativa da Gerência de Tecnologia Educacional (GTE), da Secretaria Municipal de Educação (Semed), está estimulando a utilização da linguagem de programação em escolas da rede municipal de ensino.  O projeto é o Clube de Linguagem, Programação e Robótica Pro-Curumim, desenvolvido em 42 escolas municipais, que trabalham com alunos do Ensino Fundamental.

O projeto, iniciado de forma piloto em 2016 e ampliado para 42 unidades de ensino em 2017, tem a finalidade  de usar linguagem, programação e robótica para facilitar a compreensão dos alunos na aprendizagem de disciplinas como Matemática e Ciências, bem como para estimular habilidades e competências não ligadas ao currículo base de ensino, segundo o coordenador do Clube, Regis Caria.

“O projeto surgiu da necessidade de se desenvolver habilidades não só relacionadas ao aspecto cognitivo como também  que trabalhasse outros aspectos como a colaboração, criatividade e competências dos alunos em sala de aula. Ou seja, a ideia do clube é dar significado ao que aluno aprende e desenvolver diversos aspectos do aluno do século 21”, disse.

Umas das unidades que possui o projeto é a Escola Municipal Dr. Aristóphanes Bezerra de Castro, bairro Aliança com Deus, zona Leste. Lá o clube beneficia 10 alunos, do 8º ano do Ensino Fundamental. De acordo com o coordenador do Telecentro, Jocélio Coelho Bentes, o clube tem contribuído na aprendizagem dos alunos. “Na escola, o clube está sendo muito importante, porque está tornando a aprendizagem das matérias de Matemática e de Ciências mais dinâmica e atrativa”, afirmou.

Capacitação
Para traçar estratégias de ensino e aprimorar o conhecimento a respeito de linguagem, programação e robótica, a GTE fará formação até outubro, desde ano, com os 42 coordenadores dos clubes, que na maioria também são coordenadores de Telecentro, e o restante são professores, pedagogos e gestores de escolas.
O segundo módulo se iniciou na tarde desta quarta feira, 10/5, na Gerência de Tecnologia Educacional da Semed, e terá duração de um mês.

Durante o módulo, será trabalhada a ‘Computação desplugada’, que segundo Caria tem como meta passar para os coordenadores meios possíveis e práticos de ensinar linguagem, programação e robótica, sem auxilio de computador. “Neste módulo, iremos trabalhar a questão da lógica, algorítmico,  codificação binária dos elementos  matemáticos, mas sem usar o computador”, explicou.

Para Thiago Moreira, coordenador do Telecentro da Escola Municipal Ana Mota Braga, localizada no bairro São Francisco, zona Sul, em Manaus a formação é necessária para ampliar o conhecimento dos coordenadores. “A capacitação é importante para aprimorarmos o nosso conhecimento a respeito da linguagem, programação e robótica e, em seguida, passarmos para os alunos com mais propriedade”, destacou.

A capacitação tem duração de sete meses e finaliza em outubro desde ano. Em seguida, terá o 2º segundo concurso de linguagem, programação e robótica, que envolverá todos os alunos e educadores dos clubes e trará os trabalhos desenvolvidos nas escolas.

Texto: Emerson Felipe
Fotos: Lton Santos/ Semed
MárcioJames/ Semcom
Disponíveis em: https://flic.kr/s/aHskZovTLE
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Educação (Semed): (92) 3632-2054

domingo, 28 de maio de 2017

O Conteúdo VEX: Robótica nas Escolas

Resultado de imagem para VEX RobóticaO VEX EDR tem um Curriculum dividido em 12 unidades primárias e 1 Unidade opcional.
Os alunos irão começar a aprender sobre como a engenharia soluciona problemas. Equipes formadas por até  5 alunos receberá um desafio de engenharia, eles receberão também introduções para o VEX EDR e Autodesk Inventor.
A missão de cada equipe será construir um robô para jogar um jogo esportivo. Após esta primeira fase, o currículo provoca o estudo nas diversas fases de concepção de seu robô, aplicando conhecimentos relevantes em STEM e princípios de robótica. No final do curso, os alunos competem frente à frente com os seus robôs.
Este currículo fornece recursos para ajudar os professores e estudantes a guiarem as aulas através da robótica construindo o processo de competição. Tudo está incluído, por isso mesmo um professor ou aluno completamente inexperiente pode ser bem sucedido.
O currículo não é necessariamente desenhado em torno de um jogo específico. As lições aprendidas e conceitos descritos aplicam-se igualmente a um robô que está sendo construído para um jogo em sala de aula e um robô que está sendo construído para jogar no Campeonato Mundial de Robótica VEX. Os professores têm a opção de estruturar seu curso em uma variedade de maneiras diferentes, construídos em torno da emoção de um projeto de competição em robótica.
O currículo é fortemente centrado em princípios mecatrônicos; Mas a programação não é necessária. No entanto, este curso está estruturado de tal forma que os professores e os alunos que desejam incluir uma Ciência da Computação com mais profundidade podem fazê-lo. Para obter informações sobre as opções de programação disponíveis, consulte: www.vexrobotics.com/programming/
Estrutura:
O currículo é dividido em três seções principais: Currículo Lição conteúdo, apêndices e Materiais para professores.
O conteúdo das aulas do Curriculo não inclui somente o material de ensino do tema a ser coberto, mas também liga este material durante de toda a extensão do curso. Cada fase do Currículo VEX EDR culmina com os alunos concluindo alguma atividade que ligará o conhecimento desenvolvido à sua construção na robótica e uma aplicação no mundo real.
Os apêndices incluem informações que complementam a Curriculum VEX EDR. Ele inclui informações sobre os aspectos dos robôs VEX EDR não diretamente abrangidas no currículo e diversos recursos técnicos que ajudam os usuários a configurarem soluções para os problemas de sistema de controle do seu robô.
A seção de Materiais para os Professores contém materiais para ajudar os professores a implementarem o currículo VEX EDR em sua sala de aula. Ele inclui planos detalhados de aula para cada uma das 13 unidades, ferramentas de avaliação, mapeamento de padrões, bem como outros recursos necessários para ajudar a estruturar uma classe STEM bem sucedida.
Os usuários “novos” em competição de robótica podem encontrar diversos documentos para ajudá-los a começar na sua sala de aula, ou no cenário mundial!
Os Planos de Aula encontrados nos materiais para o Professor incluem todas as informações que um professor precisa para organizar sua classe e estruturar seu curso.
O plano de aula para cada unidade inclui:
  • Pré-requisitos
  • Conceitos Tratados
  • Objetivos de aprendizado
  • Conexões STEM
  • Materiais necessários
  • Terminologia Chave
  • O Plano de Aula para o Dia-a-Dia
  • “Perguntas semente” que ajudam os alunos a definir a programação dos notebooks.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

O Futuro nas melhores escolas de ensino fundamental do mundo, já chegou!

VEX IQ Challenge Crossover


A Educação Maker foi apresentada em 30 e 31 de março de 2017 com  workshops sobre as tecnologias que vem inovando à educação, transformando a vida de milhares de pessoas, motivando crianças de todas as idades à aprenderem colocando a mão na massa. 

Os Workshops aconteceram no: SESI Resende (Avenida Marcílio Dias, 468 – Jardim Jalisco, Resende, Rio de Janeiro);
O SESI vem mais uma vez inovando e na frente apoiando e institucionalizando a Robótica nas Escolas.

Durante o evento foi realizado o Desafio de Robótica Educacional VEX IQ, idealizado e desenvolvido por cientistas da NASA e outros grande centros de ensino, considerada hoje a maior competição de robótica educacional do mundo. 

Participe dessa nova forma de conhecimento sobre as ferramentas educacionais, que estão mudando a forma de educar, por meio de atividades cognitivas e transversais, geradoras de modelos que proporcionam para alunos e educadores uma experiência de aprendizado inovadora.
VEX Robotics
Hackathon
Workshops

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Entrevista com Léa Fagundes sobre a inclusão digital

Foto: Tamires KoppPioneira no uso da informática educacional no Brasil, Léa Fagundes cobra políticas públicas para o setor e defende a ajuda mútua entre professores e alunos

A sala de informática do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abriga, entre vários computadores de última geração, alguns equipamentos sucateados. Embora não sejam tão antigos, esses micros parecem pré-históricos perto dos demais. A comparação entre as máquinas ajuda a perceber a rapidez vertiginosa com que a tecnologia se renova. 

Nesse ambiente hi-tech, instalado no Instituto de Psicologia da UFRGS, a professora Léa da Cruz Fagundes recebeu a reportagem de ESCOLA para esta entrevista sobre inclusão digital. Precursora do uso da informática em sala de aula no Brasil, a presidenta da Fundação Pensamento Digital, de Porto Alegre, tem alcançado resultados animadores com as experiências que desenvolve em comunidades carentes do estado. Elas mostram que crianças pobres, alunas de escolas públicas em que não se depositam muitas expectativas, têm o mesmo desempenho que as mais favorecidas quando integradas no ciberespaço.

Segundo a especialista, o caminho mais curto e eficaz para introduzir nossas escolas no mundo conectado passa pela curiosidade, pelo intercâmbio de idéias e pela cooperação mútua entre todos os agentes envolvidos no processo. Sem receitas preestabelecidas e os ranços da velha estrutura hierárquica que rege as relações entre professores e estudantes. 

Léa defende a disseminação de softwares livres, sem custo e de fácil acesso pela internet. Consultora de programas federais que visam ampliar a inclusão digital nas escolas brasileiras, a professora pede mais seriedade à classe política: "Os projetos são iniciados e interrompidos periodicamente, pois as sucessivas administrações não se preocupam em dar suporte e continuidade a eles". 

O que a senhora diria a um professor que nunca usou um computador e precisa incorporar essa ferramenta em sua rotina de trabalho? 
Que não tenha medo de errar nem vergonha de dizer "não sei" quando estiver em frente a um micro. O computador não é um simples recurso pedagógico, mas um equipamento que pode se travestir em muitos outros e ajudar a construir mundos simbólicos. O professor só vai descobrir isso quando se deixar conduzir pela curiosidade, pelo prazer de inventar e de explorar as novidades, como fazem as crianças. 

Como deve ser uma capacitação que ajude o professor a se adaptar a essas novas exigências? 
É fundamental que a capacitação ofereça ao professor experiências de aprendizagem com as mesmas características das que ele terá de proporcionar aos alunos, futuros cidadãos da sociedade conectada. Isso pede que os responsáveis pela formação se apropriem de recursos tecnológicos e reformulem espaços, tempos e organizações curriculares. Nunca devem ser organizados cursos de introdução à microinformática, com apostilas e tutoriais. Esse modelo reforça concepções que precisam ser mudadas, como a de um curso com dados formalizados para consultar e memorizar. Em uma experiência desse tipo, o professor se vê como o profissional que transmite aos estudantes o que sabe. Se ele não entende de computação, como vai ensinar? Aprender é libertar-se das rotinas e cultivar o poder de pensar! 

Que competências os educadores devem adquirir para utilizar com sucesso os recursos da informática? 
Os professores em formação necessitam desenvolver competências de formular questões, equacionar problemas, lidar com a incerteza, testar hipóteses, planejar, desenvolver e documentar seus projetos de pesquisa. A prática e a reflexão sobre a própria prática são fundamentais para que os educadores possam dispor de amplas e variadas perspectivas pedagógicas em relação aos diferentes usos da informática na escola. 

Onde o professor pode buscar informações sobre inclusão digital? 
Ele pode visitar sites e participar de grupos de discussão. Consultar revistas especializadas e cadernos especiais dos jornais também ajuda muito. Outro caminho é buscar conhecimentos mais específicos com estudantes de escolas técnicas ou de cursos de graduação em informática e ouvir os próprios alunos. 

É comum encontrar estudantes que têm mais familiaridade com a informática do que o professor. Como tirar proveito disso? 
Transformando o jovem em um parceiro do adulto. Quando isso acontece, a relação educativa deixa de ser hierárquica e autoritária e passa a ser de reciprocidade e ajuda mútua. O educador não deve temer que o estudante o desrespeite. Ao contrário, o adolescente vai se sentir prestigiado por partilhar sua experiência e reconhecer a honestidade do professor que solicita sua ajuda. Esse fato é determinante para a criação de um mundo conectado. 

A senhora coordena programas ligados à inclusão digital em escolas públicas. Que lições tirou dessa experiência? 
Na década de 1980, descobri que o computador é um recurso "para pensar com", e que os alunos aprendem mais quando ensinam à máquina. Em escolas municipais de Novo Hamburgo, crianças programaram processadores de texto quando ainda não existiam os aplicativos do Windows, produziram textos de diferentes tipos, criaram protótipos em robótica e desenvolveram projetos gráficos. Hoje, encontro esses meninos em cursos de ciência da computação, mecatrônica, engenharia e outras áreas. Na Escola Parque, que atendia meninos de rua em Brasília, a informática refletiu na formação da garotada, melhorando sua auto-estima e evidenciando o desempenho de pessoas socialmente integradas. Alguns desses garotos foram contratados como professores e outros como técnicos. 

Os alunos da rede pública têm o mesmo desempenho no uso da informática que os de escolas particulares e bem equipadas? 
Sim. A tese de doutorado que defendi em 1986 me permitiu comprovar o funcionamento dos mecanismos cognitivos durante a construção de conhecimentos. Nos anos 1990 iniciei as experiências de conexão e confirmei uma das minhas hipóteses: as crianças pobres consideradas de pouca inteligência pelas escolas, quando se conectam e se comunicam no ciberespaço, apresentam as mesmas possibilidades de desenvolvimento que os alunos bem atendidos e saudáveis. 

A educação brasileira pode vencer a exclusão digital? 
Há excelentes condições para que isso aconteça. No Brasil já temos mais de 20 anos de estudos e experiências sobre a introdução de novas tecnologias digitais na escola pública. Esses dados estão disponíveis. O Ministério da Educação vem criando projetos nacionais com apoio da maioria dos estados, como o Programa Nacional de Informática Educativa (Proninfe) e o Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo). Muitas organizações sociais e comunitárias também colaboram nesse processo. 

O que mais emperra o uso sistemático da informática nas escolas públicas? 
A falta de continuidade dos programas existentes nas sucessivas administrações. Não se pode esperar que educadores e gestores tomem a iniciativa se o estado e a administração da educação não garantem a infra-estrutura nem sustentam técnica, financeira e politicamente o processo de inovação tecnológica. 

Como o computador pode contribuir para a melhoria da educação? 
Inclusão digital não é só o amplo acesso à tecnologia, mas a apropriação dela na resolução de problemas. Veja a questão dos baixos índices de alfabetização e de letramento, por exemplo. Uma solução para melhorá-los seria levar os alunos a sentir o poder de se comunicar rapidamente em grandes distâncias, ter idéias, expressá-las como autores e publicar seus escritos no mundo virtual. 

Nossas escolas estão preparadas para utilizar plenamente os recursos computacionais? 
A escola formal tem privilegiado essa concepção: é preciso preparar a pessoa para que ela aprenda. Mas o ser humano está sempre se desenvolvendo. Assim, as instituições também estão constantemente em processo. Por isso, a escola não precisa se preparar. Ela começa a praticar a inclusão digital quando incorpora em sua prática a idéia de que se educa aprendendo, quando usa os recursos tecnológicos experimentando, praticando a comunicação cooperativa, conectando-se. Mas algumas coisas ainda são necessárias. Conseguir alguns computadores é só o começo. Depois é preciso conectá-los à internet e desencadear um movimento interno de buscas e outro, externo, de trocas. Cabe ao professor, no entanto, acreditar que se aprende fazendo e sair da passividade da espera por cursos e por iniciativas da hierarquia administrativa. 

Existe um padrão ideal de escola que usa a tecnologia em favor da aprendizagem? 
Não é conveniente buscar padrões. Como sugeria Einstein, quando se trata de construir conhecimento é mais produtivo infringir as regras. O primeiro passo é reestruturar o espaço e o tempo escolares. Devemos dar condições para que os estudantes de idades e vivências diferentes se agrupem livremente, em lugares próximos ou distantes, mas com interesses e desejos semelhantes. Eles vão escolher o que desejam estudar. Essa liberdade definirá suas responsabilidades pelas próprias escolhas. Os professores orientarão o planejamento de forma interdisciplinar. Isso tudo é possível com o registro em ambiente magnético, que é de fácil consulta. Toda a produção pode ser publicada na internet, intercambiada e avaliada simultaneamente por professores de diferentes áreas. 

Qual é sua avaliação sobre a proliferação de centros de educação a distância? 
Nestes tempos de transição vamos conviver com projetos honestos e desonestos, alguns bem orientados e outros totalmente equivocados. O pior dos males é a voracidade do mercado explorador da educação a distância. Espero que a própria mídia tecnológica dissemine informações para o público interessado ter condições de analisar esses centros. É importante discriminar os cursos consistentes dos que "vendem ensino", ou seja, que reproduzem o ensino da transmissão, fora de contexto, em que o aluno memoriza sem compreender.

Léa da Cruz Fagundes
Gaúcha, com 58 anos de magistério, a coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul dedica-se há mais de 20 anos à informática educacional. Psicóloga com mestrado e doutorado com ênfase em informática e conferencista internacional requisitada, Léa Fagundes preside atualmente a Fundação Pensamento Digital, organização não governamental que dissemina a computação entre populações carentes.
Quer saber mais?
Laboratório de Estudos Cognitivos, R. Ramiro Barcelos, 2600, prédio do Ciclo Básico, sala 5, 90035-003, Porto Alegre, RS, tel. (51) 3316-5250 e-mail: lec@psico.ufrgs.br

terça-feira, 23 de maio de 2017

Um desafio de robótica agitou alunos do ensino fundamental de escolas do Rio de Janeiro.

Um desafio de robótica agitou alunos do ensino fundamental de escolas do Rio de Janeiro. As equipes participaram da primeira edição do VEX IQ Challenge no Brasil.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
A atividade aconteceu durante o evento Maker Academy, que foi organizado pela Colmaker e ETC Brasil, em parceria com a VEX Robotics e o Sistema FIRJAN. Durante os dias 18,19 e 20 de março, aconteceram palestras e painéis de educação sobre o mundo maker.


http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/v/alunos-do-ensino-fundamental-se-enfrentam-em-desafio-de-robotica-no-rio/4898072/



quinta-feira, 18 de maio de 2017

ALUNOS DA ESCOLA SESI CONQUISTAM 3º LUGAR EM TORNEIO DE ROBÓTICA




A Competição desafiou estudantes de diversas escolas do estado do Rio a cumprir missões com robôs autônomos
Alunos da Escola SESI Petrópolis conquistaram o terceiro lugar no 1º Desafio Brasileiro VEX Robotics, torneio de robótica que reuniu alunos de Ensino Fundamental de diversas escolas fluminenses, nos dias(18, 19 e 20 de março), no Rio de Janeiro. Os jovens foram desafiados a trabalhar em equipe para cumprir as missões utilizando robôs autônomos com a tecnologia VEX.
Matheus Vasconcellos Mayworm, de 13 anos, e Ádonis Gabriel Machado e Arthur Luiz Masello, de 14 anos, estudantes do 9º ano, tiveram que colocar em prática a criatividade e os conhecimentos de matemática e física que aprenderam em sala de aula para levar seus robôs a final e conquistar um lugar no pódio.
“Estudamos a programação, pilotagem, centro de gravidade e potência dos robôs para poder estabelecer estratégias que nos levariam a cumprir os desafios dentro do tempo estipulado e mais rápido que os concorrentes”, conta Arthur. O grupo ainda precisou fazer ajustes e criar soluções para problemas que os equipamentos apresentavam. “Foi necessário adaptar recursos no nosso robô para melhorar o desempenho na realização das tarefas, e deixá-lo mais competitivo para vencer”, afirma Matheus.
Apesar da disputa, o encontro serviu para despertar e incentivar o interesse dos jovens por temas como ciência e tecnologia por meio do estímulo à criatividade, dando espaço e valorizando a criação, a descoberta e o pensar de forma diferente.
“É um forma lúdica de aprender, saindo do formato tradicional da sala de aula. As aulas de robótica podem ser correlacionadas em diversas disciplinas para ajudar a compreensão dos alunos e fazer com que pensem diferente e possam resolver eles mesmos as situações do dia a dia”, explica o professor de matemática do SESI, Robson Thomé.
Para os jovens de Petrópolis, o evento foi além da competição e apresentou um horizonte de oportunidades para a escolha da carreira profissional, apesar do longo caminho a ser percorrido até o ensino superior. “Sempre me interessei por games e quero seguir nesta área fazendo desenvolvimento, programação e design de jogos”, conta Ádonis. Já os colegas Matheus e Arthur pretendem seguir o mesmo caminho: a engenharia mecânica.
O resultado positivo é o reconhecimento da metodologia de ensino apresentada pela  Escola SESI. O uso de tecnologias voltadas à educação e ao aprendizado é constante,  propondo uma abordagem inovadora, motivando o aluno a investigar caminhos, levantar hipóteses e construir seu conhecimento. Ferramentas como o Lego Educacional e o SESI Matemática, que desmistifica a disciplina e propõe práticas educacionais modernas através de games educativos, deixando o aprendizado da matemática mais simples e amigável, contribuem para os ensinamentos dos professores.
O torneio de robótica fez parte da programação do Maker Academy, evento que promoveu palestras sobre tendências em tecnologias educacionais, como a educação maker, impressão 3D e prototipagem digital, FabLab (laboratório de prototipagem) e o conceito de design thinking, com o objetivo de formar adultos mais críticos e com o raciocínio lógico bem desenvolvido, o que terá impacto direto na formação de profissionais bem qualificados, prontos para atuar no mercado de trabalho cada vez mais competitivo.

Colégio Albert Sabin oferece aulas de robótica a alunos do Ensino Fundamental 2 como atividade extracurricular

Resultado de imagem para Escolas que já oferecem Robótica no ensino fundamentalCom o objetivo de criar oportunidades para a vida e oferecer uma excelente formação acadêmica e humanística a todos os seus alunos, o Colégio Albert Sabin (zona oeste de São Paulo) disponibiliza programas específicos que lhes possibilitam desenvolver e aprimorar diferentes habilidades e competências.
Por contemplar atividades extracurriculares esportivas e culturais, que cumprem uma função inestimável na formação global do indivíduo, o Programa Sabin+Esportes&Cultura ocupa um lugar de destaque entre os diferenciais do Colégio. Além de disponibilizar, sem acréscimo no valor da mensalidade, 11 modalidades esportivas, o programa também conta com aulas de Teatro, Coral, Xadrez, Espanhol, Oficina de Arte, Projeto Voluntariado, Robótica e Empreendedorismo, sendo que estas duas demandam a aquisição de material didático.
A aula de Robótica, oferecida aos jovens do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, tem periodicidade semestral que emprega a robótica educacional como ferramenta de aprendizagem para proporcionar, em um contexto tecnológico, o desenvolvimento de competências em liderança e empreendedorismo.
O que a Robótica ensina
Resultado de imagem para Escolas que já oferecem Robótica no ensino fundamentalDe acordo com o assessor de tecnologia educacional do Albert Sabin, Paulo Fontes, “as aulas de Robótica contribuem para que os alunos desenvolvam qualidades pessoais e aprendam a tomar decisões, elaborar projetos, cooperar e participar de uma atividade coletiva, partilhando liderança. Ao cumprir as etapas propostas pelas aulas e trabalhar essas habilidades e capacidades, os jovens acabam adquirindo competências que são essenciais para a vida toda”.
 O professor complementa ainda que, assim como as demais atividades do Programa Sabin+Esportes&Cultura, o valor da aula de Robótica pode ser notado em quatro aspectos da formação dos alunos: físico, emocional, cognitivo e social. “Além de ampliar seu repertório, desenvolver habilidades motoras, o raciocínio lógico e a aptidão para elaborar estratégias a fim de enfrentar desafios, os jovens fortalecem a sociabilidade, a competência para lidar com vitórias e derrotas e o respeito ao outro e às diferenças”, conclui Paulo Fontes.
Sobre o programa LÍDER
Composto por aventuras repletas de desafios e enigmas, que são contadas por meio de histórias em quadrinhos, o LÍDER é fundamentado na metodologia LEGO® Education, que promove o desenvolvimento da criatividade, do trabalho em equipe, da ética e da cidadania, além de fortalecer o relacionamento entre os estudantes.
Segundo o professor Paulo Fontes, do Sabin, essa metodologia contempla quatro fases: contextualizar, construir, analisar e continuar. “Na primeira, os alunos relacionam os conhecimentos que já possuem com os que estão aprendendo. Depois, participam do aprendizado ativo, que envolve a construção física de modelos a partir do uso da tecnologia. Na fase de análise, em que são estimulados a pensar como funcionam suas montagens, eles experimentam, observam e corrigem possíveis erros, a fim de validar seus projetos. Por fim, eles precisam utilizar todos os conhecimentos adquiridos nas etapas anteriores para resolver uma situação-problema proposta pelo professor”, explica.
  
Sobre o Colégio Albert Sabin
O Colégio Albert Sabin, localizado no Parque dos Príncipes, zona oeste de São Paulo, conquistou a 10ª posição na cidade de São Paulo no ENEM 2013 (Exame Nacional do Ensino Médio), sendo um dos melhores da capital. Fundado em 1993, tem como proposta educar desenvolvendo a personalidade por meio de ações pedagógicas dinâmicas, permanentemente atualizadas e humanistas, com o objetivo de formar cidadãos globalizados e capazes de contribuir para a evolução da sociedade. Para isso, estabeleceu quatro eixos que atendem o desejo de ensinar por meio de oportunidades: qualidade de vida, fluência em um segundo idioma, condições de acesso ao Ensino Superior e encantamento de pais e alunos. Seus diferenciais vão desde as amplas atividades extracurriculares, como futebol, basquete, handebol, voleibol, natação, balé, ginástica artística, judô, xadrez, teatro em português e em inglês, coral e línguas estrangeiras, até as atividades baseadas na conscientização da cidadania e da importância de cada um na contribuição para o progresso da sociedade. Mais informações: albertsabin.com.br

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Implementação de um Ambiente Dinâmico de Robótica Pedagógica com Soluções Tecnológicas Livres no Cet CEFET em Itabirito - Minas Gerais – Brasil

Resultado de imagem para Robótica nas escolas imagensRobótica é a ciência dos sistemas que interagem com o mundo real com ou sem intervenção dos humanos. Ela está em expansão e é considerada multidisciplinar, pois nela é aplicado o conhecimento de microeletrônica (peças eletrônicas do robô), engenharia mecânica (projeto de peças mecânicas do robô), física cinemática (movimento do robô), matemática (operações quantitativas), inteligência artificial (operação com proposições) e outras ciências. 

Essas características tornam a Robótica um interessante campo a ser explorado no âmbito da educação, uma vez que seus projetos oportunizam situações de aprendizagem pela resolução de problemas, que podem ser simples ou complexos; possibilitam o rompimento com a perspectiva fragmentada e compartimentalizada do currículo escolar, ao trazer para a discussão temas que transversalizam diferentes áreas do conhecimento; requerem a colaboração entre os sujeitos envolvidos nos projetos e possibilitam a construção e experimentação de modelos. O ambiente de aprendizagem onde professores e alunos planejam, discutem e executam montagem, automação e controle de dispositivos mecânicos que podem ser controlados pelo computador é denominado de Robótica Pedagógica ou Robótica Educacional.

Construção de um Ambiente Dinâmico de Aprendizagem Para Marques (1995, p. 15), “o homem se pode definir como ser que aprende. Não surge ele feito ou pré-programado de vez. Sua existência não é por inteiro dada ou fixa; ele a constrói a partir de imensa gama de possibilidades em aberto”. É para dar conta dessa gama de possibilidades em aberto que buscamos diferentes referenciais que irão dar sustentação à organização de ambientes dinâmicos de aprendizagem. 

Um desses referenciais é a teoria construtivista de Jean Piaget, segundo a qual o indivíduo constrói e produz o conhecimento através da interação com o ambiente em que ele vive, sendo nessa interação que ocorre o desenvolvimento das aprendizagens (FREITAS, 2001). Seymour Papert (1985) utiliza as idéias de Piaget para fundamentar os processos de aprendizagem que ocorrem na relação dos sujeitos com as tecnologias. Para este autor, a construção do conhecimento se dá quando o indivíduo, através do fazer, constrói objetos de seu interesse, seja o relato de uma experiência ou o desenvolvimento de um programa para computador, liberando suas potencialidades criativas, de formulação de hipóteses e de testagem de soluções. A construção de ambientes dinâmicos de aprendizagem também se baseia na teoria sócio-interacionista de Vigotsky, que aponta a cooperação como fator destacado para a promoção da aprendizagem (LUCENA, 1997). 

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Jornal - Diário de Ourinhos700 × 464Pesquisa por imagem
Um grupo de 16 alunos da ETEC Jacinto Ferreira de Sá e de três escolas da rede municipal de Ourinhos irá participar neste sábado (25) de um evento de ...


A colaboração também ganha destaque em referenciais mais contemporâneos, oriundos dos estudos da cibercultura (LÉVY, 1999; LEMOS, 2004). Dias (2000, p.157) aponta os ambientes colaborativos como extremamente poderosos para a realização das aprendizagens e para a construção do conhecimento, uma vez que se constituem a partir de elementos e sujeitos diferentes, o que dá ao sistema, ao mesmo tempo, uma unidade e uma multiplicidade, sem a possibilidade de transformar o múltiplo em um, nem o um em múltiplo. 

Outro conceito oriundo dos estudos da cibercultura, e que fundamentam a organização de ambientes dinâmicos de aprendizagem, é o de simulação (COUCHOT, 1993; TENÓRIO, 1998), fortemente articulado à construção de modelos, à liberação da criatividade, formulação de hipóteses e testagem de solução, e que vem revolucionando a forma de conceber e aprender conceitos científicos, uma vez que boa parte da ciência de ponta, de fronteira, está embasada, cada vez mais, na simulação, mais do que no experimento em si. Ainda da cibercultura, buscamos o conceito de interatividade, o qual, segundo Silva (1998, p. 29), implica “disposição ou predisposição para mais interação, para uma hiper-interação, para bidirecionalidade - fusão emissão-recepção -, para participação e intervenção”. Não é apenas um ato, uma ação, e sim um processo, inclusive instável, uma abertura para mais e mais comunicação, mais e mais trocas, mais e mais participação


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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Drone:confira lista das tarefas dos 'robôs voadores'


Robôs voadores: conheça um pouco sobre a tecnologia dos drones 


Os drones são máquinas voadoras bastante versáteis controladas
remotamente por um operador. Equipados para sobrevoarem e sobreviverem a ambientes e situações hostis, foram criados para fins militares, mas sua utilização, pelos vistos, está indo muito além disso.
Confira abaixo uma lista de tarefas que os drones já executam hoje em dia, que podem no futuro ajudar a salvar vidas e construir um mundo melhor. Ou só entregar pizzas…
Ajudar no controle das fazendas
Os drones ajudam e muito no controle de qualidade de uma fazendaOs drones ajudam e muito no controle de qualidade de uma fazenda (Reprodução/Gizmodo)

Fazendas geralmente possuem uma grande extensão de terras, e o controle se torna muito mais fácil com essas ágeis máquinas. Assim, o agricultor pode controlar seu sistema de irrigação, como suas plantas estão crescendo e até verificar se elas possuem alguma doença.
Tecedores de estrutura
Drones poderão ser os construtores do futuroDrones poderão ser os construtores do futuro (Foto: Reprodução/Gizmodo)
Drones estão sendo experimentados para literalmente tecer estruturas e no futuro as máquinas podem figurar entre os mais novos construtores, respondendo com agilidade, força e precisão aos comandos.
Combater o crime
Drones podem ajudar a polícia no policiamento e no monitoramento de assuntos estratégicos (Foto: Reprodução/Gizmodo)
Departamentos de polícia de estados nos Estados Unidos, juntamente com o FBI, estão adquirindo drones para monitorar assuntos estratégicos, ajudar no policiamento e realizar atividades de espionagem planejada.
Patrulhar fronteiras
Drones são usados a três anos para patrulha a fronteira entre Estados Unidos e México (Foto: Reprodução/Gizmodo)
Assim como na polícia, drones estão sendo usados para patrulhar fronteiras, combatendo o tráfico de drogas e a entrada ilegal de imigrantes. Como era de se esperar, as máquinas voadoras já patrulham a divisa entre Estados Unidos e México há três anos, e de tempos pra cá a ideia é municiá-los com armas não letais.
Drones são usados para controlar a vitalidade de nossa atmosferaMonitorar o clima 
Drones são usados para controlar a vitalidade de nossa atmosfera (Foto: Reprodução/Gizmodo)
Drones estão sendo usados pela NASA para estudar mais sobre o Ozônio e suas implicações em nossa atmosfera. A agência norte americana de proteção ambiental – EPA também usa as máquinas para testar a qualidade de ar. Na Itália, eles estão sendo usados para controlar o despejo ilegal de gases tóxicos na nossa atmosfera.
Combate a incêndios
Os drones já são capazes de combater incêndios, especialmente os originados em áreas de difícil acesso para os bombeiros. Equipados com força e agilidade, conseguem carregar grandes quantidades de água e tornar a recarga ainda mais rápida, diminuindo o tempo gasto para apagar o fogo e minimizando os danos ambientais. Entretanto, embates com a Administração Federal de Aviação dos EUA ainda empacam a ampla utilização dos mesmos.
Inspecionar plataformas de petróleo
Drones são de grande ajuda na inspeção de plataformas de petróleoDrones são de grande ajuda na inspeção de plataformas de petróleo (Foto: Reprodução/Gizmodo)
Problemas em plataformas de petróleo podem ocasionar vazamentos e desastres incalculáveis para o meio ambiente. Drones estão sendo enviados para os diversos cantos do oceano para inspecionar essas plataformas e garantir que nada saia do controle.
Monitorar a vida selvagem
Os drones estão ajudando na compreensão da vida selvagem.Os drones estão ajudando na compreensão da vida selvagem (Foto: Reprodução/Gizmodo)
Um time de cientistas da Indonésia vem monitorando um grupo de orangotangos com drones, pela capacidade de cobrir áreas inóspitas e de grande extensão, compreendendo como esses animais lidam com a destruição de seu habitat natural. A utilização dessas máquinas pode ser fundamental no combate e preservação da fauna de nosso planeta.
Distribuir remédios pelo mundo e salvar vidas
Drones ajudam na distribuição de remédios em continentes de difícil acesso, como o africanoDrones ajudam na distribuição de remédios em continentes de difícil acesso (Foto: Reprodução/Gizmodo)
Devido a velocidade e capacidade de atingir ambientes hostis, drones estão sendo usados por uma companhia chamada Matternet para distribuir remédios em vilarejos inacessíveis na África. Isso agilizará o processo de salvar vidas em um continente tão carente.
Na Austrália, Stefen Riegebauer projetou drones para entregar desfibriladores para pessoas que acabaram de sofrer um ataque do coração. Com a velocidade das máquinas, muitas vidas poderão ser salvas.
Revolução no jornalismo
Nada é melhor que capturar a ação no momento em que está acontecendo e os drones, dotados de agilidade e versatilidade, conseguem realizar a tarefa com proeza. Estudantes de jornalismo nos EUA já começam a utilizar as máquinas de maneira experimental, e profissionais já utilizam para cobrir diversas pautas e reescrever a maneira como se faz jornalismo.
Entregas mais rápidas
Recentemente, a Amazon fez um anúncio público admitindo que realiza testes com o objetivo de utilizar drones para realizar entregas de seus produtos.
Chamado de PrimeAir, o serviço da Amazon foi anunciado pelo seu presidente, Jeff Bezos, no programa de TV americano 60 Minutes. Segundo ele, o serviço fará entregas rápidas, em um raio de 15 km, mas apenas de mercadorias leves como Blu-Rays, livros ou até alguns gadgets. O prazo para a entrega é de meia hora! Se a ideia se espalhar, teremos uma revolução na compra de produtos online.
Auxílio na venda de imóveis
Drones estão auxiliando a venda de imóveis nos EUA e em outras partes do mundo. Drones estão auxiliando a venda de imóveis nos EUA e em outras partes do mundo(Foto: Reprodução/Gizmodo)
Ao se comprar uma nova casa, nada melhor que ter uma real noção do lugar. Para isso, drones já estão sendo utilizados para realizar filmagens esclarecedoras pela propriedade e seus entornos, ajudando e muito na hora da venda do imóvel.
Entregas de pizza mais rápidas!
A rede Dominos realizou uma brincadeira entregando uma pizza por meio de um droneA rede Domino's realizou uma brincadeira entregando uma pizza por meio de um drone
A rede de pizzaria Domino’s disponibilizou um vídeo de uma entrega de pizza, mas foi brincadeira, sendo feita por um Drone! (Assista o vídeo aqui) Acaba sendo uma brincadeira, mas você nunca irá receber uma pizza tão quentinha na sua casa.
Pura diversão!
Além de todos os motivos acima, há um muito importante para: se divertir. Como os entusiastas de voos controlados por controle remoto de antigamente, muita gente está utilizando drones equipados com câmeras para fazer vídeos incríveis como o de cima, filmado no festival Burning Man, que acontece nos Estados Unidos.
Drones também estão sendo utilizados para registrar esportistas em aventuras insanas, praticando snowboard ou surfando. Por serem robustos e ágeis, são ótimos acompanhantes, realizando filmagens incríveis. Em um outro projeto conceito os Drones serão usados para patrulha de cidades inteiras, confira o vídeo abaixo:

Via Gizmodo e Dvice
http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/12/drones-fazem-de-tudo-confira-lista-das-tarefas-dos-robos-voadores.html

Ofereça o melhor em sua escola.

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O Futuro Chegou!

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