Por uma formação mais adequada às novas gerações, instituições em diferentes países derrubam muros e mudam a perspectiva do ensino. Veja que escolas no DF oferecem ensino bilíngue e internacional e confira dicas de especialistas sobre o aprendizado de outra língua.
Está cada vez mais difícil para as escolas capturarem a atenção dos estudantes e conseguir mantê-los motivados. Algumas instituições de ensino ao redor do mundo decidiram encarar esse desafio de forma inovadora e encontraram soluções surpreendentes, que envolvem a tecnologia de maneira ampla - dos recursos digitais à arquitetura dos espaços.
São escolas que também perceberam a importância de dar mais autonomia aos alunos, derrubaram paredes, abandonaram os livros e deram poder de escolha para que eles exercitem as próprias habilidades. Apesar de não haver receita pronta sobre como uma escola do futuro deve ser, uma vez que os contextos locais precisam ser levados em consideração, essas podem servir de inspiração para as que querem iniciar um processo de mudança.
Maple Bear
Apesar de ter como base o método de ensino canadense, a franquia respeita as exigências curriculares de cada país, por isso, valoriza o português e os conteúdos sobre o Brasil. As aulas de português, história e geografia do Brasil são ministradas na língua nativa e por professores brasileiros. A escola investe em estratégias de aprendizado que são mais eficientes para as crianças, utilizando alguns conceitos do construtivismo e da pedagogia montessoriana.
As atividades em grupo e a participação do aluno em sala de aula são aspectos valorizados. O número de estudantes por classe é reduzido e eles são dispostos em grupos. Além disso, cada sala conta com uma pequena biblioteca e recursos, como laboratórios, laptops e tablets, estão a disposição de alunos e professores. Na biblioteca, o acervo é amplo, com livros nos dois idiomas, e ainda há espaços para atividades físicas, sala de música e de teatro. A carga horária aumenta de acordo com a idade dos estudantes. No fim do primeiro turno de aula, ocorrem atividades extracurriculares, os chamados clubs, que oferecem desde atividades físicas a aulas como as de robótica, xadrez, dança e patinação.
O calendário do Maple Bear segue o padrão nacional, ou seja, as aulas começam em fevereiro e encerram em dezembro. O período de matrícula tem início em outubro e, para os alunos a partir do 1º ano que ainda não possuem contato com a língua inglesa, existe um trabalho de adaptação que começa antes do período letivo e se estende durante o ano inteiro, para que a adaptação seja gradual.
http://www.correiobraziliense.com.br/escolhaaescola/exemplos-internacionais-escolha-a-escola/
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